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Alckmin critica Fapesp por pesquisas 'sem utilidade prática'

Mesmo sempre tendo trabalhado com política e partidos políticos tentei deixar qualquer pensamento partidário longe deste blog. A finalidade não é essa. Não é discutir ideologias. Minhas pesquisas nunca foram direcionadas. Graças aos meus professores, acredito ter conseguido manter um distanciamento ideológico na hora das análises que me fez muito bem. Mas uma informação que tem circulado o meio acadêmico me deixou bastante intrigada.

Primeiro, a notícia da Folha de S. Paulo, que originalmente foi dada pela Veja:

 

“Durante a última reunião com seu secretariado, o governador de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB), criticou a Fapesp (Fundação de Apoio à Pesquisa do Estado de São Paulo), principal órgão de financiamento à ciência no Estado, por priorizar estudos sem utilidade prática.

A informação foi revelada pela coluna Radar On-line, da “Veja”. Segundo a revista, Alckmin fez críticas à falta de apoio a estudos para o desenvolvimento da vacina da dengue e também ao incentivo a pesquisas de sociologia.

Folha confirmou a fala do governador, que disse que a Fapesp vive numa bolha acadêmica desconectada da realidade, financia estudos que muitas vezes não têm nenhuma serventia prática e gasta sem orientação maior. Procurado, o Palácio dos Bandeirantes não quis comentar.”

Eu realmente não consigo acreditar nisso. É inviável um governador pensar desta maneira. Lembro muito das discussões com a Simonetta (minha  orientadora de mestrado) quando ela dizia que a academia valorizava mais as pesquisas da física, química e biologia, em detrimento das humanas. Mas aí a dizer que sociologia não tem relevância..me deixou sem reação. Mostra uma total falta de conhecimento dos estudos no país. Essa é nossa “pátria educadora”. Lamentável.

Abaixo, a nota de repúdio da ANPOCS.

“A diretoria da ANPOCS vem a público expressar sua estupefação diante das palavras do governador paulista, Geraldo Alckmin, em reunião com seu secretariado, noticiadas pela Folha de S. Paulo em 27/04/2016, referentes ao que reputa serem “projetos acadêmicos sem nenhuma relevância”, no bojo dos quais inclui as pesquisas da área de sociologia. Tal entendimento do campo científico e acadêmico revela um governante que desconhece não apenas a natureza da pesquisa básica de um modo geral, como das humanidades, e m particular. O governador se mostra também desinformado sobre os gastos de uma agência de fomento sob a sua jurisdição, pois o investimento em pesquisas nas áreas de humanas correspondem a apenas um décimo do orçamento da FAPESP e sua contemplação de forma alguma se constitui num impeditivo ao fomento à pesquisa em outras áreas. O Relatório FAPESP 2014, último publicado, traz a seguinte informação:
“A Fundação apoia pesquisas em todas as áreas de conhecimento. Em 2014, como historicamente tem ocorrido, a área de Saúde foi a que recebeu a maior parte dos recursos (28,56%) (…) Em segundo lugar, com 15,87% do total, veio a Biologia, seguida das Ciências humanas e sociais (10,44%), Engenharia (10,27%) e Agronomia e veterinária (8,21%) e as demais. Somadas, Saúde, Biologia, Agronomia e veterinária, as chamadas Ciências da Vida, receberam, portanto, em 2014, pouco mais da metade (52,64%) do desembolso da FAPESP.” 
(FAPESP, Relatório de Atividades 2014, p. 7.)
O desenvolvimento de uma sociedade requer o avanço do conhecimento nos mais diversos campos científicos e tecnológicos, dos quais evidentemente não se pode excluir o imprescindível conhecimento sobre a própria sociedade. É surpreendente que na atual quadra histórica seja ainda preciso relembrar isto, mormente, quando a necessidade de tal lembrança decorre da manifestação de preconceitos por parte de um governante.”

 

Update: Aí a gente recebe esse e-mail:

 

“Prezado(a) Senhor(a),

Comunicamos que a análise e julgamento de sua solicitação, ao Calendário 2016 de Bolsas no exterior do CNPq, estão, temporariamente, suspensos.

Atenciosamente,

Diretoria Executiva do CNPq”

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Precisamos falar sobre a vaidade na vida acadêmica

Minha amiga doutora Mara Rovida mandou esse baita texto da cientista social Rosana Pinheiro-Machado, publicado na Carta Capital. Reproduzo aqui um dos melhores textos que já li sobre a vida na academia.

 

Fonte: Carta Capital

Fonte: Carta Capital

A vaidade intelectual marca a vida acadêmica. Por trás do ego inflado, há uma máquina nefasta, marcada por brigas de núcleos, seitas, grosserias, humilhações, assédios, concursos e seleções fraudulentas. Mas em que medida nós mesmos não estamos perpetuando esse modus operandi para sobreviver no sistema? Poderíamos começar esse exercício auto reflexivo nos perguntando: estamos dividindo nossos colegas entre os “fracos” (ou os medíocres) e os “fodas” (“o cara é bom”).

As fronteiras entre fracos e ‘fodas’ começam nas bolsas de iniciação científica da graduação. No novo status de bolsista, o aluno começa a mudar a sua linguagem. Sem discernimento, brigas de orientadores são reproduzidas. Há brigas de todos os tipos: pessoais (aquele casal que se pegava nos anos 1970 e até hoje briga nos corredores), teóricas (marxistas para cá; weberianos para lá) e disciplinares (antropólogos que acham sociólogos rasos generalistas, na mesma proporção em que sociólogos acham antropólogos bichos estranhos que falam de si mesmos).

A entrada no mestrado, no doutorado e a volta do doutorado sanduíches vão demarcando novos status, o que se alia a uma fase da vida em que mudar o mundo já não é tão importante quanto publicar um artigo em revista qualis A1 (que quase ninguém vai ler).

Na Universidade Federal do Rio Grande do Sul, dizíamos que quando alguém entrava no mestrado, trocava a mochila por pasta de couro. A linguagem, a vestimenta e o ethosmudam gradualmente. E essa mudança pode ser positiva, desde que acompanhada por maior crítica ao sistema e maior autocrítica – e não o contrário.

A formação de um acadêmico passa por uma verdadeira batalha interna em que ele precisa ser um gênio. As consequências dessa postura podem ser trágicas, desdobrando-se em dois possíveis cenários igualmente predadores: a destruição do colega e a destruição de si próprio.

O primeiro cenário engloba vários tipos de pessoas (1) aqueles que migraram para uma área completamente diferente na pós-graduação; (2) os que retornaram à academia depois de um longo tempo; (3) os alunos de origem menos privilegiada; (4) ou que têm a autoestima baixa ou são tímidos. Há uma grande chance destas pessoas serem trituradas por não dominarem o ethos local e tachadas de “fracos”.

Os seminários e as exposições orais são marcados pela performance: coloca-se a mão no queixo, descabela-se um pouco, olha-se para cima, faz-se um silêncio charmoso acompanhado por um impactante “ãaaahhh”, que geralmente termina com um “enfim” (que não era, de fato, um “enfim”). Muitos alunos se sentem oprimidos nesse contexto de pouca objetividade da sala de aula. Eles acreditam na genialidade daqueles alunos que dominaram a técnica da exposição de conceitos.

Hoje, como professora, tenho preocupações mais sérias como estes alunos que acreditam que os colegas são brilhantes. Muitos deles desenvolvem depressão, acreditam em sua inferioridade, abandonam o curso e não é raro a tentativa de suicídio como resultado de um ego anulado e destruído em um ambiente de pressão, que deveria ser construtivo e não destrutivo.

Mas o opressor, o “foda”, também sofre. Todo aquele que se acha “bom” sabe que, bem lá no fundo, não é bem assim. Isso pode ser igualmente destrutivo. É comum que uma pessoa que sustentou seu personagem por muitos anos, chegue na hora de escrever e bloqueie.

Imagine a pressão de alguém que acreditou a vida toda que era foda e agora se encontra frente a frente com seu maior inimigo: a folha em branco do Word. É “a hora do vâmo vê”. O aluno não consegue escrever, entra em depressão, o que pode resultar no abandono da tese. Esse aluno também é vítima de um sistema que reproduziu sem saber; é vítima de seu próprio personagem que lhe impõe uma pressão interna brutal.

No fim das contas, não é raro que o “fraco” seja o cavalinho que saiu atrasado e faça seu trabalho com modéstia e sucesso, ao passo que o “foda” não termine o trabalho. Ademais, se lermos o TCC, dissertação ou tese do “fraco” e do “foda”, chegaremos à conclusão de que eles são muito parecidos.

A gradação entre alunos é muito menor do que se imagina. Gênios são raros. Enroladores se multiplicam. Soar inteligente é fácil (é apenas uma técnica e não uma capacidade inata), difícil é ter algo objetivo e relevante socialmente a dizer.

Ser simples e objetivo nem sempre é fácil em uma tradição “inspirada” (para não dizer colonizada) na erudição francesa que, na conjuntura da França, faz todo o sentido, mas não necessariamente no Brasil, onde somos um país composto majoritariamente por pessoas despossuídas de capitais diversos.

É preciso barrar imediatamente este sistema. A função da universidade não é anular egos, mas construí-los. Se não dermos um basta a esse modelo a continuidade desta carreira só piora. Criam-se anti-professores que humilham alunos em sala de aula, reunião de pesquisa e bancas. Anti-professores coagem para serem citados e abusam moral (e até sexualmente) de seus subalternos.

Anti-professores não estimulam o pensamento criativo: por que não Marx e Weber? Anti-professores acreditam em lattes e têm prazer com a possibilidade de dar um parecer anônimo, onde a covardia pode rolar às soltas.

O dono do Foucault

Uma vez, na graduação, aos 19 anos, eu passei dias lendo um texto de Foucault e me arrisquei a fazer comparações. Um professor, que era o dono do Foucault, me disse: “não é assim para citar Foucault”.

Sua atitude antipedagógica, anti-autônoma e anti-criativa, me fez deixar esse autor de lado por muitos anos até o dia em que eu tive que assumir a lecture “Foucault” em meu atual emprego. Corrigindo um ensaio, eu quase disse a um aluno, que fazia um uso superficial do conceito de discurso, “não é bem assim…”.

Seria automático reproduzir os mecanismos que me podaram. É a vingança do oprimido. A única forma de cortamos isso é por meio da autocrítica constante. É preciso apontar superficialidade, mas isso deve ser um convite ao aprofundamento. Esquece-se facilmente que, em uma universidade, o compromisso primordial do professor é pedagógico com seus alunos, e não narcisista consigo mesmo.

Quais os valores que imperam na academia? Precisamos menos de enrolação, frases de efeitos, jogo de palavras, textos longos e desconexos, frases imensas, “donos de Foucault”. Se quisermos que o conhecimento seja um caminho à autonomia, precisamos de mais liberdade, criatividade, objetividade, simplicidade, solidariedade e humildade.

O dia em que eu entendi que a vida acadêmica é composta por trabalho duro e não genialidade, eu tirei um peso imenso de mim. Aprendi a me levar menos a sério. Meus artigos rejeitados e concursos que fiquei entre as últimas colocações não me doem nem um pouquinho. Quando o valor que impera é a genialidade, cria-se uma “ilusão autobiográfica” linear e coerente, em que o fracasso é colocado embaixo do tapete. É preciso desconstruir o tabu que existe em torno da rejeição.

Como professora, posso afirmar que o número de alunos que choraram em meu escritório é maior do que os que se dizem felizes. A vida acadêmica não precisa ser essa máquina trituradora de pressões múltiplas. Ela pode ser simples, mas isso só acontece quando abandonamos o mito da genialidade, cortamos as seitas acadêmicas e construímos alianças colaborativas.

Nós mesmos criamos a nossa trajetória. Em um mundo em que invejas andam às soltas em um sistema de aparências, é preciso acreditar na honestidade e na seriedade que reside em nossas pesquisas.

Transformação

Tudo depende em quem queremos nos espelhar. A perversidade dos pequenos poderes é apenas uma parte da história. Minha própria trajetória como aluna foi marcada por orientadoras e orientadores generosos que me deram liberdade única e nunca me pediram nada em troca.

Assim como conheci muitos colegas que se tornaram pessoas amargas (e eternamente em busca da fama entre meia dúzia), também tive muitos colegas que hoje possuem uma atitude generosa, engajada e encorajadora em relação aos seus alunos.

Vaidade pessoal, casos de fraude em concursos e seleções de mestrado e doutorado são apenas uma parte da história da academia brasileira. Tem outra parte que versa sobre criatividade e liberdade que nenhum outro lugar do mundo tem igual. E essa criatividade, somada à colaboração, que precisa ser explorada, e não podada.

Hoje, o Brasil tem um dos cenários mais animadores do mundo. Há uma nova geração de cotistas ou bolsistas Prouni e Fies, que veem a universidade com olhos críticos, que desafiam a supremacia das camadas médias brancas que se perpetuavam nas universidades e desconstroem os paradigmas da meritocracia.

Soma-se a isso o frescor político dos corredores das universidades no pós-junho e o movimento feminista que só cresce. Uma geração questionadora da autoridade, cansada dos velhos paradigmas. É para esta geração que eu deixo um apelo: não troquem o sonho de mudar o mundo pela pasta de couro em cima do muro.

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Onde, como e quando publicar

Muitos acadêmicos, principalmente mestrandos, têm perguntado onde publicar, como publicar…nessa história entrou minha amiga, colega de doutorado e de viagens a Congressos, a Merilyn Escobar. Com a grande ajuda dela, selecionamos alguns Congressos que ainda estão com a chamada aberta e revistas onde vocês podem mandar artigos. Esperamos que gostem!

*II Congresso internacional de História UEPG-UNICENTRO: Produção e Circulação do Conhecimento Histórico no Século XXI, evento que ocorrerá de 12 a 15 de maio de 2015 na Universidade Estadual de Ponta Grossa, Paraná.

http://www.cih2015.eventos.dype.com.br/simposio/public

 

*Forum Brasileiro de Pos Graduação de Ciencia Politica UFF

http://www.forumcienciapolitica.com.br/

 

*III Congresso Iberoamericano de Arqueologia, Etnologia e Etno-história.
Inscrições até 30 de março! Dourados _MS

http://ciaee2015.com.br/

 

II Simpósio de Gênero e Sexualidade

Campo Grande – MS

https://sigesex.wordpress.com/

 

*ICOM –Cuba

http://www.icomcuba.com/

 

*III Congreso Uruguayo de Sociologia – resumos ate 10 abril

http://colegiodesociologos.org.uy/iii-congreso-uruguayo-de-sociologia/fechas-clave.html

 

*VI CIEAM – UNESP “Discursos, Identidades, Sexualidades” – 15 a 18/06/2015

O Ciclo Internacional de Estudos Antigos e Medievais, em sua sexta edição, será sediado na Faculdade de Ciências e Letras de Assis, campus da UNESP, entre os dias 15 e 18 de junho de 2015 em comemoração aos seus trinta anos na formação de pesquisadores.

O objetivo é reunir a comunidade científica nacional e internacional para o debate acadêmico em torno da temática “Discursos, Identidades e Sexualidades”, tão cara e atual às Ciências Humanas.

O evento contará com a presença de conferencistas e palestrantes do Brasil, dos Estados Unidos, do Reino Unido, da França, do Chile e da Argentina, além de proporcionar a oportunidade para pesquisadores oferecerem e participarem de minicursos e acompanhar mesas redondas. As apresentações de comunicações serão organizadas em simpósios temáticos.

Acesse o site para mais informações:
http://vicieam.wix.com/vicieam

Email: vicieam@yahoo.com.br

 

*Revista de Historia GNARUS

Chamada de artigos e resenhas

gnarusrevistadehistoria@gmail.com ou fgralha@hotmail.com

www.gnarusrevistadehistoria.com.br

 

 

*Chamada para publicar artigo e resenhas. Revista FOCO

Informamos que a revista está com chamada aberta até o dia 30 de abril para recebimento de artigos e resenhas para seu próximo número, com previsão de lançamento em julho de 2015.

Os artigos e as resenhas devem estar ligados aos seguintes campos de estudos: Administração; Administração Pública; Gestão Pública; Sociologia da Administração; Sociologia do trabalho; Recursos Humanos; Psicologia da Administração; Psicologia do trabalho; Economia empresarial e; demais áreas afins a Administração.

Acesse a revista e conheça as regras de submissão, disponível emhttp://www.novomilenio.br/Periodicos/index.php/foco/index

A submissão deve ser realizada exclusivamente pelo site da revista.

 

 

*(chamada para artigos)

A Revista de Direito da Cidade (ISSN 2317-7721), publicação eletrônica semestral de professores do Programa de Pós-Graduação em Direito da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ), tem o prazer de anunciar que estará recebendo artigos e trabalhos para o seu novo número (vol. 07, nº 01, 2015) que será publicado em março de 2015.

Criada a partir da necessidade de estudos do direito a partir de matrizes multidisciplinares, a Revista de Direito da Cidade recebe, em fluxo contínuo, trabalhos sobre propriedade, história urbana e territorial, história fundiária, posse, planejamento urbano e regional no Brasil, habitação e políticas locais, segregação e mobilidade sócio-espacial, criminalidade, impactos econômicos dos grandes projetos urbanos e de megaeventos culturais e esportivos, violência urbana, regularização fundiária, Estatuto da Cidade, acesso à justiça, políticas urbanas, conflitos socioambientais, riscos ambientais, direito urbanístico, metropolização, dinâmicas intrametropolitanas, tributação ambiental, gestão participativa de programas e projetos, direito ambiental, Planos diretores municipais, regulação social, habitação popular, participação social, etc. e outras disciplinas que tenham o Direito da Cidade por objeto de estudo, dialogando, sempre, com a dogmática jurídica, âmbito de reflexão de notórias contribuições à matéria.

Com o propósito de promover maior participação e interação entre as pesquisas, convidamos os professores e alunos de pós-graduação a participarem da Revista, enviando seus trabalhos para a nossa próxima edição, lembrando que a Revista de Direito da Cidade recebe trabalhos em português, inglês e espanhol em fluxo contínuo, submetidos em nossa página eletrônica ( http://www.e-publicacoes.uerj.br/index.php/rdc/index ) ou através dos e-mails abaixo referidos de nossa Equipe Editorial.

Cabe ter em conta que a Revista de Direito da Cidade tem no debate multidisciplinar o escopo de sua política editorial, cujo conteúdo pode ser acessado através da página eletrônica: http://www.e-publicacoes.uerj.br/index.php/rdc/index

Também estamos abrindo chamada para a participação de professores que queiram atuar na Revista Quaestio Iuris como Pareceristas Avaliadores na avaliação esporádica de artigos, que são enviados para parecer pelo sistema de submissão on line (parecer padrão de 02 laudas, avaliando os pontos positivos e negativos do artigo, aprovando, sugerindo correções ou não aceitando para publicação).

Se houver interesse na publicação de artigos ou na participação como pareceristas avaliadores, os mesmos deverão ser enviados pelo sistema da Revista ( http://www.e-publicacoes.uerj.br/index.php/rdc/index ) ou através dos e-mails abaixo referidos de nossa Equipe Editorial.

Agradecemos a disposição de todos de participar da Revista de Direito da Cidade e estamos à disposição para qualquer esclarecimento que seja necessário através de nosso email: revistadedircidade@gmail.com .

Atenciosamente,
Prof. Mauricio Mota
Editor Chefe da Revista de Direito da Cidade
Email: revistadedircidade@gmail.com
Claudia Tannus Gurgel do Amaral
Editora Assistente da Revista de Direito da Cidade
Email: revistadedircidade@gmail.com
Bianca Tomaino
Editora Executiva da Revista de Direito da Cidade
Email: revistadedircidade@gmail.com

 

 

Alceu: revista de comunicação, cultura e política (ISSN 1518-8728)

Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro/Departamento de Comunicação Social

Contato: revistas@rdc.puc-rio.br

CPRI: CSAP1: B1; SO: B4; INT: B1

 

Brazilian Journalism Research (BJR) (ISSN 1981-9854)

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Comunicação & Educação (ISSN 0104-6829)

Especialização Gestão da Comunicação (ECA-USP)

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