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Onde, como e quando publicar

Muitos acadêmicos, principalmente mestrandos, têm perguntado onde publicar, como publicar…nessa história entrou minha amiga, colega de doutorado e de viagens a Congressos, a Merilyn Escobar. Com a grande ajuda dela, selecionamos alguns Congressos que ainda estão com a chamada aberta e revistas onde vocês podem mandar artigos. Esperamos que gostem!

*II Congresso internacional de História UEPG-UNICENTRO: Produção e Circulação do Conhecimento Histórico no Século XXI, evento que ocorrerá de 12 a 15 de maio de 2015 na Universidade Estadual de Ponta Grossa, Paraná.

http://www.cih2015.eventos.dype.com.br/simposio/public

 

*Forum Brasileiro de Pos Graduação de Ciencia Politica UFF

http://www.forumcienciapolitica.com.br/

 

*III Congresso Iberoamericano de Arqueologia, Etnologia e Etno-história.
Inscrições até 30 de março! Dourados _MS

http://ciaee2015.com.br/

 

II Simpósio de Gênero e Sexualidade

Campo Grande – MS

https://sigesex.wordpress.com/

 

*ICOM –Cuba

http://www.icomcuba.com/

 

*III Congreso Uruguayo de Sociologia – resumos ate 10 abril

http://colegiodesociologos.org.uy/iii-congreso-uruguayo-de-sociologia/fechas-clave.html

 

*VI CIEAM – UNESP “Discursos, Identidades, Sexualidades” – 15 a 18/06/2015

O Ciclo Internacional de Estudos Antigos e Medievais, em sua sexta edição, será sediado na Faculdade de Ciências e Letras de Assis, campus da UNESP, entre os dias 15 e 18 de junho de 2015 em comemoração aos seus trinta anos na formação de pesquisadores.

O objetivo é reunir a comunidade científica nacional e internacional para o debate acadêmico em torno da temática “Discursos, Identidades e Sexualidades”, tão cara e atual às Ciências Humanas.

O evento contará com a presença de conferencistas e palestrantes do Brasil, dos Estados Unidos, do Reino Unido, da França, do Chile e da Argentina, além de proporcionar a oportunidade para pesquisadores oferecerem e participarem de minicursos e acompanhar mesas redondas. As apresentações de comunicações serão organizadas em simpósios temáticos.

Acesse o site para mais informações:
http://vicieam.wix.com/vicieam

Email: vicieam@yahoo.com.br

 

*Revista de Historia GNARUS

Chamada de artigos e resenhas

gnarusrevistadehistoria@gmail.com ou fgralha@hotmail.com

www.gnarusrevistadehistoria.com.br

 

 

*Chamada para publicar artigo e resenhas. Revista FOCO

Informamos que a revista está com chamada aberta até o dia 30 de abril para recebimento de artigos e resenhas para seu próximo número, com previsão de lançamento em julho de 2015.

Os artigos e as resenhas devem estar ligados aos seguintes campos de estudos: Administração; Administração Pública; Gestão Pública; Sociologia da Administração; Sociologia do trabalho; Recursos Humanos; Psicologia da Administração; Psicologia do trabalho; Economia empresarial e; demais áreas afins a Administração.

Acesse a revista e conheça as regras de submissão, disponível emhttp://www.novomilenio.br/Periodicos/index.php/foco/index

A submissão deve ser realizada exclusivamente pelo site da revista.

 

 

*(chamada para artigos)

A Revista de Direito da Cidade (ISSN 2317-7721), publicação eletrônica semestral de professores do Programa de Pós-Graduação em Direito da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ), tem o prazer de anunciar que estará recebendo artigos e trabalhos para o seu novo número (vol. 07, nº 01, 2015) que será publicado em março de 2015.

Criada a partir da necessidade de estudos do direito a partir de matrizes multidisciplinares, a Revista de Direito da Cidade recebe, em fluxo contínuo, trabalhos sobre propriedade, história urbana e territorial, história fundiária, posse, planejamento urbano e regional no Brasil, habitação e políticas locais, segregação e mobilidade sócio-espacial, criminalidade, impactos econômicos dos grandes projetos urbanos e de megaeventos culturais e esportivos, violência urbana, regularização fundiária, Estatuto da Cidade, acesso à justiça, políticas urbanas, conflitos socioambientais, riscos ambientais, direito urbanístico, metropolização, dinâmicas intrametropolitanas, tributação ambiental, gestão participativa de programas e projetos, direito ambiental, Planos diretores municipais, regulação social, habitação popular, participação social, etc. e outras disciplinas que tenham o Direito da Cidade por objeto de estudo, dialogando, sempre, com a dogmática jurídica, âmbito de reflexão de notórias contribuições à matéria.

Com o propósito de promover maior participação e interação entre as pesquisas, convidamos os professores e alunos de pós-graduação a participarem da Revista, enviando seus trabalhos para a nossa próxima edição, lembrando que a Revista de Direito da Cidade recebe trabalhos em português, inglês e espanhol em fluxo contínuo, submetidos em nossa página eletrônica ( http://www.e-publicacoes.uerj.br/index.php/rdc/index ) ou através dos e-mails abaixo referidos de nossa Equipe Editorial.

Cabe ter em conta que a Revista de Direito da Cidade tem no debate multidisciplinar o escopo de sua política editorial, cujo conteúdo pode ser acessado através da página eletrônica: http://www.e-publicacoes.uerj.br/index.php/rdc/index

Também estamos abrindo chamada para a participação de professores que queiram atuar na Revista Quaestio Iuris como Pareceristas Avaliadores na avaliação esporádica de artigos, que são enviados para parecer pelo sistema de submissão on line (parecer padrão de 02 laudas, avaliando os pontos positivos e negativos do artigo, aprovando, sugerindo correções ou não aceitando para publicação).

Se houver interesse na publicação de artigos ou na participação como pareceristas avaliadores, os mesmos deverão ser enviados pelo sistema da Revista ( http://www.e-publicacoes.uerj.br/index.php/rdc/index ) ou através dos e-mails abaixo referidos de nossa Equipe Editorial.

Agradecemos a disposição de todos de participar da Revista de Direito da Cidade e estamos à disposição para qualquer esclarecimento que seja necessário através de nosso email: revistadedircidade@gmail.com .

Atenciosamente,
Prof. Mauricio Mota
Editor Chefe da Revista de Direito da Cidade
Email: revistadedircidade@gmail.com
Claudia Tannus Gurgel do Amaral
Editora Assistente da Revista de Direito da Cidade
Email: revistadedircidade@gmail.com
Bianca Tomaino
Editora Executiva da Revista de Direito da Cidade
Email: revistadedircidade@gmail.com

 

 

Alceu: revista de comunicação, cultura e política (ISSN 1518-8728)

Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro/Departamento de Comunicação Social

Contato: revistas@rdc.puc-rio.br

CPRI: CSAP1: B1; SO: B4; INT: B1

 

Brazilian Journalism Research (BJR) (ISSN 1981-9854)

Associação Brasileira de Pesquisadores em Jornalismo (SBPJor)

Contato: beatrizbecker@uol.com.br (Ed. Executiva);  fernandoresende1501@gmail.com e tattianat@gmail.com (Ed. Adjuntos)

CPRI:  CSAP1: B1; SO: -; INT: B1

 

Comunicação & Educação (ISSN 0104-6829)

Especialização Gestão da Comunicação (ECA-USP)

Contato: comueduc@edu.usp.br

CPRI: -; CSAP1: B2; SO: B3; INT: B2

 

 

Baleia na Rede (ISSN 1808-8473)

Grupo de Pesquisa em Cinema e Literatura (UNESP)

Contato: baleia2010@uol.com.br

Qualis: CPRI: -, CSAP1:B4; SO: B5; INT: –

 

Cadernos de Estudos Sociais e Políticos (ISSN 2238-3425)

Universidade Estadual do Rio de Janeiro (IESP)

Contato: cadernos@iesp.uerj.br

Qualis: CPRI: B5; CSAP1:B4; SO: B5

 

Contemporânea (ISSN 2236-532X )

Universidade Federal de São Carlos (Sociologia)

Contato:  revcontemporanea@gmail.com

Qualis: CPRI: B4, CSAP1: B3; SO: B1; INT: –

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'Doutores mal treinados formam novos doutores'

Um dos mais renomados bioquímicos do Brasil, Lewis Joel Greene, professor da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto da USP, chamou a atenção para a necessidade de avaliar a influência dos rumos da pós-graduação do país no quadro de estagnação da qualidade da produção científica brasileira, apesar do seu crescimento quantitativo. Segundo o pesquisador,

“O contraste entre o aumento do número de publicações científicas brasileiras e a aparente estagnação de seu impacto na maioria das disciplinas deveria ser uma fonte de preocupação para os decisores políticos responsáveis pela pós-graduação em universidades e a distribuição de bolsas de estudo e financiamento à pesquisa. Como a maior parte da pesquisa acadêmica no Brasil é realizada por estudantes de pós-graduação, é razoável considerar a modificação do nosso sistema de pós-graduação.”

Professor aposentado da USP, ainda atuante como colaborador, bolsista de produtividade do nível 1A do CNPq (o mais elevado) e membro da ABC (Academia Brasileira de Ciências), o pesquisador norte-americano que adotou o Brasil em 1974, aos 40 anos, manifestou essa preocupação em no artigo “É hora de rever o sistema de pós-graduação brasileiro”, publicado ontem (segunda, 26.jan) no blog “SciELO em Perspectiva”.

Números

Greene não apresentou indicadores, certamente por estar tratando de um assunto que dispensa detalhes numéricos no meio especializado em que se manifestou. Antes de prosseguir com sua advertência, mostro para os leitores números relacionados ao quadro por ele comentado.

Para termos uma ideia do que aconteceu quantitativamente na pesquisa e na pós-graduação no Brasil nas décadas mais recentes, aproveitei dados de uma apresentação da Capes (Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior), segundo a qual em 1987 havia 37.195 matrículas em mestrados e doutorados em todo o país, segundo dados da Capes. Desse ano a 2013, esse total cresceu 5,5 vezes, aumentando para 203.717.

Nesse mesmo período de 26 anos, o número de artigos brasileiros publicados em periódicos de padrão internacional cresceu de 2.662 para 38.523. Apesar desse aumento de 14,5 vezes em sua produção científica, o país não teve crescimento significativo nos indicadores de qualidade (impacto) de sua produção científica, que na verdade chegaram a estagnar de 2003 a 2013, como destaquei no ano passado em minha reportagem “Produção científica no Brasil fica menos concentrada em SP” (13.out).

Formação

Esses números mostram que a abordagem de Greene tem lastro na realidade. Ele destaca que, apesar de nosso grande investimento nos últimos anos em ciência e tecnologia, “a ênfase continua a ser no número de diplomas e documentos produzidos, mais que na formação do aluno”.

“Em meados da década de 1970, houve muitas discussões sobre o fato de que o Brasil precisava produzir milhares de doutores para chegar a níveis de primeiro mundo em número de doutores/100.000 habitantes. Reconhecia-se que a maioria dos primeiros formados teriam uma formação menos que ideal, porém entendia-se e esperava-se que o sistema se tornasse mais rigoroso com o tempo. Infelizmente, isso não ocorreu e, para piorar a situação, os doutores mal treinados estão agora formando a próxima geração de doutores.”

Finalizando, Greene ressalta que a Capes, as agências de fomento estaduais e as universidades tiveram responsabilidade no processo que levou a esse quadro. O pesquisador sugere que a ABC e a SBPC (Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência) organizem um painel para analisar o desempenho da pós-graduação desde os anos 1970 e propor “novas abordagens que podem ser mais eficazes do que a atual em relação à qualidade dos nossos alunos e do empreendimento científico no Brasil”.

Esse não foi o primeiro alerta de que há algo muito errado no crescimento quantitativo da pós-graduação e da pesquisa brasileira. Bem que poderia ser o último.

POR MAURICIO TUFFANI, PUBLICADO NA FOLHA DE S. PAULO DE HOJE, 28 DE JANEIRO.

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