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10º Interprogramas de Mestrado em Comunicação

A Cásper Líbero aceita trabalhos de mestrandos e mestres para o 10º Interprogramas de Mestrado em Comunicação. De 12 de maio a 12 de junho de 2014 podem ser feitas as inscrições dos resumos expandidos de 2.000 a 2.500 caracteres (incluindo espaços), contendo o tema, indicação do objeto de estudo, metodologia de análise e quadro teórico de referência, além de cinco palavras-chave. 

Mais informações no site da Cásper.

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9º Interprogramas de Mestrado

Data: 22 e 23 de novembro de 2013
Local: Salas de aula 3º andar
Horário: Dia 22, sexta-feira, das 13h30 às 18h. Dia 23, sábado, das 9h às 13h.
Realização: Programa de Mestrado da Faculdade Cásper Líbero

Inscrições gratuitas (Vagas limitadas): Para participar é necessário que você envie, previamente, um e-mail com seu nome, RG, curso e nome da instituição que representa, bem como a indicação da mesa na qual deseja participar em ambos os dias para eventos@fcl.com.br. Feito isto, aguarde a confirmação de sua inscrição.

Eu, apesar de ser orientanda da prof. Dra Simonetta Persichetti, caí na mesa do grande mestre, prof Dr Cláudio Coelho. Fiquei muito feliz!

Captura de Tela 2013-11-12 às 18.15.53

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Apresentação Simpósio Internacional

Essa é a apresentação do trabalho ‘A construção do personagem político nas eleições municipais brasileiras de 2012’ que eu apresento no I Simpósio Internacional de Imagem e Inserção Social. Quem não conseguir visualizar abaixo, o link está aqui.

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I Simpósio Internacional de Imagem e Inserção Social

A Faculdade Cásper Líbero, com apoio da FAPESP, convida para submissão de trabalhos para o I Simpósio Internacional de Imagem e Inserção Social que será realizado em novembro no auditório Cásper Líbero com aparticipação dos professores doutores: Bernard Darras (Sorbonne – Paris), Michael Rhin (Universidade de Brest – França), Lucia Santaella (PUCSP), Winfried Noth (PUCSP), Paulo Boni (UEL- Londrina), Silas de Paula (Federal Ceará), Boris Kossoy (USP).
Serão aceitos artigos escritos por doutores, doutorandos mestres e mestrandos.
A extensão do texto, com o resumo (inglês ou francês e português) e referências, deve ser de 15.000 a 20.000 caracteres com espaços. (Fonte Times New Roman ou Arial 12, entrelinhas 2).
O prazo de envio dos trabalhos é até dia 05 de outubro de 2013 no seguinte e-mail:
O evento ocorre de 5 a 7 de novembro de 2013.
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INTERPROGRAMAS – CHAMADA PARA TRABALHOS

O 9º Interprogramas de Mestrado em Comunicação, promovido pelo Programa de Pós-Graduação em Comunicação (PPGCOM) da Faculdade Cásper Líbero, está com chamada para trabalhos aberta. De acordo com a organização do evento, os objetivos são proporcionar espaço para a apresentação de trabalhos de mestrandos de todo Brasil, incentivar o exercício de produção e discussão acadêmicas e ampliar as possibilidades de diálogo entre discentes e docentes da Cásper Líbero com seus colegas de outros programas de Mestrado. A chamada segue até 24 de junho. No site da Cásper é possível encontrar mais informações bem como a ficha de inscrição e o modelo para enviar o resumo. Eu participei no ano passado e foi incrível.

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O estudo nunca termina

Uma das primeiras coisas que a Simonetta (minha orientadora) disse quando entrei no mestrado foi: “o estudo nunca termina. Você vai fazer um doutorado e ainda vai estar cheia de dúvidas.” Na época me pareceu mais um discurso bonito do que uma realidade, mas hoje percebo o quanto ela estava certa. Semana que vem apresento em Curitiba, no COMPOLITICA, meu trabalho sobre o senador Demóstenes (O caso Demóstenes – A queda do Senador vista pela Folha de São Paulo e “não vista” pela Revista Veja). Minha abordagem foi fotográfica, com base nas teorias de segunda realidade do professor Boris Kossoy e as conclusões foram muito bem resumidas pelo Luciano Martins Costa, no Observatório da Imprensa.

Tudo isso para dizer que, semana passada estava lendo o livro Jornalismo e Política-escândalos e relações de poder na câmara municipal de São Paulo, da professora Vera Chaia, e percebi uma outra abordagem para o mesmo assunto. A autora e professora, chama a atenção para o poder do agenda-setting na recepção da política. O pressuposto básico do agenda-setting é que, se os indivíduos não possuem um repertório próprio sobre um determinado tema, eles recebem esses conhecimentos e assimilam a realidade social por meio do prisma do mass media. No caso do senador Demóstenes, a Folha de SP o julgou antes da justiça. Partindo desse ponto, os receptores assimilaram tudo sem questionar. “Demóstenes é culpado”.

Na avaliação de Fernando Antonio Azevedo (2002, p.11), “a ideia-força implícita na noção de agenda-setting é a de que: (1) a mídia, ao selecionar determinados assuntos e ignorar outros, define quais são os temas, acontecimentos e atores (objetos) relevantes para a notícia; (2) o enfatizar determinados temas, acontecimentos e atores sobre outros estabelece uma escala de proeminência entre esses objetos; (3) ao adotar enquadramentos positivos e negativos sobre temas, acontecimentos e atores constrói atributos (positivos ou negativos) sobre esses objetos; (4) há uma relação direta e causal entre as proeminências dos tópicos da mídia e a percepção pública de quais são os temas (issues) importantes num determinado período histórico”.

A mídia definiu a culpa do ex-senador e essa foi a abordagem até sua cassação.  Construiu, como eu defendo no artigo, somente atributos negativos. Mesmo quando outras escutas foram divulgadas, o tema definido já era Demóstenes Torres. Essa era a forma mais interessante de divulgar o fato.

Foto: Site Diário de Anápolis Disponível em:   Acesso em: 2/5/13

Foto: Site Diário de Anápolis Disponível em: <http://www.diarioanapolis.com/politica/mpf-go-quer-manter-inelegibilidade-de-demostenes-torres-ate-2027/ > Acesso em: 2/5/13

Em seu trabalho, Swanson (1995, p.14) afirma que o processo de construção das notícias políticas obedece a um esquema particular: “É bastante comum ver as noticias construídas de maneira com que faça que o governo e os políticos sejam mais interessantes para a audiência. As formas usadas frequentemente de fazer as notícias mais interessantes para o público incluem o seguinte: enfatizar dramas e conflitos; concentrar-se em acontecimentos concretos e não em idéias abstratas; personalizar as notícias apresentando pessoas concretas na representação de instituições, idéias e outras formas impessoais que por elas mesmas são difíceis de visualizar, reduzir assuntos à simples histórias com moral.”

Ainda no livro Jornalismo e Política, Vera Chaia cita  Patterson (2000,p.82) que afirma que: “As notícias são uma forma de contar ‘estórias’. Por esta razão, as convenções jornalísticas incluem uma ênfase especial nos aspectos mais dramáticos e controversos da política. A principal preocupação do jornalismo é com a novidade, o invulgar e o sensacional.”

“O estudo, realmente, nunca termina”.

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World Press Photo

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Trabalho sobre as fotografias do World Press Photo nos últimos dez anos. Utilizei essa ferramenta pra facilitar o compartilhamento do link do prezi no wordpress.

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Contempo

Hoje tivemos o Interprogramas na Cásper Líbero. Outro evento sensacional! Essa semana foi excelente. Mas, sobre o Interprogramas escrevo com calma depois. Compartilho com vocês resenha minha publicada na Revista Contempo. Se alguém não conseguir abrir o link, segue o texto abaixo:

Os Tempos da Fotografia – o efêmero e o  perpétuo

KOSSOY, Boris. Os Tempos da Fotografia – entender a história da imagem para entender a nossa história. Cotia: Ateliê
Editorial, 2007. 176 p

* Por Deisy Oliveira Cioccari, mestranda em Comunicação pela Faculdade Cásper Líbero

Em Os Tempos da Fotografia – o efêmero e o perpétuo, livro que complementa a trilogia iniciada com Fotografia & História e Realidades e Ficções na Trama Fotográfica, Boris Kossoy relata o papel cultural da fotografia, fornecendo um grande embasamento teórico.Nesse livro, o autor evidencia que a fotografia não é uma ciência exata e busca respostas para o que ele chama de “processo de construção da realidade”. Kossoy deixa claro que a noção de que a câmara recupera fielmente a primeira realidade se desconstroi imediatamente após o registro da imagem. O que temos acesso é à segunda realidade. Fruto de uma realidade construída cheia de ideologias, impressões e códigos. A leitura que fazemos de uma fotografia em que não entendemos o contexto é diferente da leitura que fazemos quando conhecemos. Para o autor, quanto mais conhecemos a teoria, mais conhecemos a imagem. Imagem essa que pode informar e desinformar, que não é neutra e que possui detalhes que nunca devem ser desconsiderados.

A imagem fotográfica vai além do que mostra em sua superfície.Talvez por isso tenha dedicado boa parte à história da fotografia no Brasil, um capítulo esquecido pelos historiadores. Evidencia-se a necessidade de “rastrear” fotógrafos do passado e as influências e mudanças que a imprensa estrangeira causou em nossa imprensa. A necessidade de se encontrar um papel importante nos meios de comunicação passando pela fotomontagem à São Paulo de Hildegard Rosenthal, onde os ares de metrópole da capital não se chocavam com as ideologias da cidade modelo da era Vargas. Há, nesse livro, um importante registro da fotografia tomando proporções no resto do país e das imagens da fotógrafa Hildegard inaugurando a fotorreportagem no país.A fotografia como sustentáculo da memória e seus usos para imprimir uma intenção ideológica e política no Brasil não passam despercebidos. Kossoy deixa claro que as imagens são concebidas com o filtro cultural de seus autores e nesse sentido, é fundamental recuperar os sentidos dos fatos do passado. Dessa forma, garante-se a recuperação, com auxílio de conhecimentos pelas fontes escritas, da história política brasileira.

Na última parte do livro, o perpétuo e o efêmero se fundem. Há uma ênfase que se coloca no “instantâneo” da imagem fotográfica. Já o recorte da imagem parece agir de modo diferenciado quando fragmenta o espaço e quando faz o mesmo com o tempo. Enquanto o recorte espacial é claramente uma operação de seleção e transformação da realidade, o recorte temporal parece resultar num ato de anulação. Em outras palavras, enquanto as formas de representação do espaço precisam ser desvendadas, o tempo é esquecido, pois é supostamente aquilo que se perde na fotografia. Aparentemente, trata-se de uma apropriação de um efeito espacial da realidade, eliminando-se o
efeito temporal.
A fotografia interage conosco. A fotografia nos possibilita um diálogo com o passado, com o que passou, com o efêmero. O que resta são nossas impressões e representações. São os “tempos da fotografia”. E, sua morte. Como quando Kossoy registra os tempos de manipulação, de registro digital, eletrônico. Os simulacros tomam forma de máscaras e impõem-se obre o original. “Com a invenção da fotografia, inventou-se também, de certa forma, a máquina do tempo”, diz o autor para explicar que com a imagem fotográfica percebeu-se que, mesmo ausente, o objeto pode ser representado eternamente. “Derreteu-se o relógio, desestruturou-se a matéria”, completa. Mas para o autor, isso não é o caos. É uma consequência da evolução do processo, extensão da trajetória da fotografia, que oscila de significado de acordo com a ideologia de cada instante.Em Os Tempos da Fotografia, Kossoy deixa claro o papel da fotografia: não o de ser um detector de verdades ou mentiras, mas um registro construído ideologicamente, que nos permite entender o passado, perseguir seus segredos implícitos e captar a promessa do perpétuo. Toda imagem  fotográfica tem uma história que procuramos desvendar e que originou o que conhecemos de nós mesmos. É com muita propriedade que Boris Kossoy afirma que o século XX não seria o mesmo sem um espelho com memória para registrá-lo.

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Interprogramas

No dia 23 de novembro, a Faculdade Cásper Líbero realiza a 8ª edição do Interprogramas de Mestrado em Comunicação. Promovido pelo Programa de Pós-Graduação em Comunicação (PPGCOM), o evento tem com objetivo proporcionar espaço para a apresentação de trabalhos de mestrandos de todo Brasil, incentivar o exercício de produção e discussão acadêmicas, além de ampliar as possibilidades de diálogo entre discentes e docentes da Cásper Líbero com seus colegas de outros programas de Mestrado.

A minha Mesa será a 6, que acontece das 9h às 12h: O caso Demóstenes: a queda do senador vista pelas fotografias da Folha de S. Paulo e “não vista” pela Revista Veja. Deve acontecer por volta das 11h.

 

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Yuri Kozirev, na Cásper

Que notícia maravilhosa!!!!! A Cásper recebe Yuri Kozyrev, fotógrafo russo que acompanhou de perto o colapso da União Soviética e a Primavera Árabe na Líbia e no Egito. Além disso, o cara é fundador da Agência Noor, que segundo artigo da professora Simonetta Persichetti é a agência responsável pelo renascimento do fotojornalismo. Mandou bem demais, Cásper!!!

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