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A morte de um monstro

Eu não tenho como não publicar algo sobre esse monstro que foi o Cony. Quando a Vivian Paixão e eu fazíamos mestrado na Casper Líbero, o professor Claudio Coelho sugeriu que trabalhássemos para o seminário de 2014 do grupo Comunicação e Cultura na Sociedade do Espetáculo, o tema Ditadura Militar. E, para nosso deleite, entrevistamos o Carlos Heitor Cony.  Por horas. Horas. Foi incrível. Aprendi nesse tempo com ele mais do que em alguns anos. Obrigada, Cony. Muito obrigada. (E-book sobre a nossa conversa: https://goo.gl/RrGGmZ)

 

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As inscrições para o XIV Seminário Internacional de Comunicação da PUCRS – SEICOM – foram prorrogadas até 28/08.

Com isso, a divulgação dos trabalhos selecionados está prevista para 04/09.

A inscrição deve ser realizada no site somente após o aceite do trabalho. O pagamento com valor diferenciado é até 08/09.

Aqueles que por ventura tenham realizado a inscrição no site, aguardem a confirmação do trabalho para realizar novamente a inscrição no novo período.

Secretaria XIV Seminário Internacional da Comunicação

http://www.pucrs.br/famecos/pos/seminariointernacional/

https://www.facebook.com/seicomfamecos/

SEICOM da PUC/RS com prazos prorrogados!!!!

CPI: Comunicação, Política e Imagem

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Fazia tempo que eu queria publicar essa coletânea. Mas nunca sobrava “tempo”. Doutorado, congressos, artigos..me perdi. Mas depois da minha defesa enfiei na cabeça que esse livro sairia em 2016. Não queria entrar 2017 com nada pendente. Pois aqui está: uma coletânea de textos meus e do Edson Rossi sobre Comunicação, Política e Imagem: CPI. Esse trabalho JAMAIS teria saído do mundo das ideias se não fosse a MEGA Simonetta Persichetti, o MEGA professor Claudio Novaes Pinto Coelho e o meu Pablo. Espero que gostem.

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Introdução à Sociologia: Marx, Durkheim e Weber

A professora Maura Pardini Véras lança amanhã o seu livro ‘Introdução à Sociologia: Marx, Durkheim e Weber, referências fundamentais’, na Livraria Cortez, rua Bartira 317, em Perdizes. No segundo semestre de 2014 farei uma disciplina na PUC com ela justamente sobre esses três autores. E, no grupo de pesquisa do prof Cláudio Coelho (Comunicação e Política na Sociedade do Espetáculo) usamos bastante o Max Weber nesse semestre. Marcarei presença lá!

 

 

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Sebastião Salgado: "A fotografia deixou de ser memória"

Sempre ele. O grande Sebastião Salgado disse tudo: “a fotografia deixou de ser memória e se tornou a criação de imagens instantâneas”.  O fotógrafo brasileiro Sebastião Salgado deu entrevista neste sábado (24) no festival Fotogenio, de Mazarrón (Múrcia, Espanha). E revelou sua opinião sobre o atual momento da arte de fotografar. A maioria das imagens hoje não possuem muito significado. Acabou aquela história de montar álbum de fotografia para os pais verem, os filhos e a família. 

Salgado afirma que para ser fotógrafo precisa gostar do ato que faz ser fotógrafo. Hoje penso que é o contrário: se antes fotografar era um registro de um grande momento a ser guardado, um prazer; hoje se fotografa tudo e se perde o pequeno prazer do registro de algo realmente importante.

Segue link para matéria no UOL.

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McCurry expõe em Londres

Três fotógrafos: Cartier-Bresson (acho que mais pela história de vida, a paixão e tudo o mais), Sebastião Salgado (só ele faz uma imagem em preto e branco ser tão cheia de vida) e McCurry.  O fotógrafo da “afegã de olhos verdes” está com exposição em Londres. As outras imagens do Afeganistão não são menos empolgantes do que essa que lhe deu fama mundial. Aqui tem uma entrevista com ele na National Geographic e vale a pena dar uma olhada nas fotos sobre Afeganistão. Just para deixar o dia feliz.

Em tempo: procura-se desesperadamento pelo livro Clube do Bangue-Bangue. Não existe mais!!!! (Tks, professora Simonetta, por me apresentar essa história tão incrível)

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10º Interprogramas de Mestrado em Comunicação

A Cásper Líbero aceita trabalhos de mestrandos e mestres para o 10º Interprogramas de Mestrado em Comunicação. De 12 de maio a 12 de junho de 2014 podem ser feitas as inscrições dos resumos expandidos de 2.000 a 2.500 caracteres (incluindo espaços), contendo o tema, indicação do objeto de estudo, metodologia de análise e quadro teórico de referência, além de cinco palavras-chave. 

Mais informações no site da Cásper.

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Partidos e Sistemas Partidários: 1985 – 2009

Como eu comentei alguns posts atrás eu apresentei um seminário na PUC sobre esse texto do Jairo Nicolau. Segue um resumo que eu fiz.

No texto Partidos e Sistemas Partidários: 1985 – 2009, Jairo Nicolau faz um balanço da literatura de Ciência Política nesse período, em nível nacional, sendo orientado por algumas questões:

 

O que sabemos sobre os partidos do atual ciclo democrático?

Quais as áreas que mais se desenvolveram?

Que temas relevantes deixaram de ser cobertos?

Quais fontes de dados foram mobilizadas?

 

Nicolau lembra de alguns autores, como Kinzo (93), Lima Jr (93) e Mainwaring (2002) que mostram um certo pessimismo em relação ao processo de institucionalização dos partidos.

Lima Jr, por exemplo, justifica que o afastamento sistema partidário-parlamentar em relação ao sistema partidário eleitoral ao longo dos anos 80. Fortes alterações nas bancadas devido intensa transferência de parlamentares de um partido para outro = migração partidária seria responsável por criar na Câmara uma configuração diferente daquela definida pelos eleitores nas urnas.

No texto, Kinzo realiza uma descrição (radiografia) do processo de organização dos principais partidos ao longo dos anos 80. Fontes: resultados eleitorais (números de cargos conquistados), filiados aos partidos e os documentos produzidos pelos partidos. O tom de Pessimismo é forte- alta fragmentação partidária e a migração parlamentar.

Outra pontuação do texto é que entre as novas democracias latino-americanas o Brasil era o caso mais problemático de experiência partidária. Aqui ainda não assistimos à emergência de um sistema partidário de perfil definido e duradouro. O presente quadro partidário se caracteriza por sua mutabilidade, fragilidade e fragmentação’(1993,p.95)

De acordo com Nicolau, nas democracias modernas é impossível pensar o Executivo sem considerar a atuação dos partidos. São os principais responsáveis por pensar e elaborar políticas públicas bem como emprestar seus quadros para pastas de ministérios.

A pesquisa sobre a atuação dos partidos no Executivo concentrou-se basicamente na composição ministerial do Executivo Federal. A ideia central era identificar as estratégias adotadas pelos diferentes presidentes para montagem partidária de seus governos.

O cientista político acredita que os partidos políticos enfrentam consequências de um longo processo de decadência, desde os anos 1980, e estão sendo surpreendidos. Quando o quadro era de descrédito partidário, o surgimento do Partido dos Trabalhadores surpreendeu a elite política tradicional. Mas seu afastamento das ruas, tanto pela nova legislação dos partidos, com fundo partidário, quanto pela tomada do poder, influencia a atual imagem das legendas nacionais. Agora, avalia o cientista político, são os políticos, inclusive os do PT, que estão surpresos. Embora seja perigoso generalizar ou tirar conclusões neste momento, Nicolau afirma que ecos do movimento das ruas podem surgir nas eleições de 2014, nem que seja no formato de votos nulos ou abstenções.

 

 

 

 

 

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