Este trabalho analisa as eleições de 2018 e a construção social dos discursos de ódio e medo durante o pleito. Tendo como protagonista o presidente eleito Jair Bolsonaro, o período eleitoral contou com narrativas dramáticas. O corpus deste trabalho é especificamente o período eleitoral, tendo como ápice o ataque sofrido pelo então candidato no dia 6 de setembro de 2018 e seus desdobramentos no campo político. O referencial teórico baseia-se em Zygmunt Bauman (2007), Christopher Lasch (1983,1986) e Thomas Hobbes (1966, 1998) para analisar o medo, e em Jeremy Waldron e Ronald Dworkin para entendermos o ódio na política brasileira. Concluiu-se que ódio e medo foram primordiais na eleição do candidato vencedor. O trabalho foi publicado na revista Debates.

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