Arquivo mensal: agosto 2012

A musa da CPI: depois da teoria, o espetáculo

A exemplo de outras ocasiões, já nos acostumamos a ver musas em meio a crises políticas. O filósofo francês Gilles Lipovetsky diz que a “política não se mantém afastada da sedução”. Em 1992, Thereza Collor chamou a atenção da mídia com um tailleur vermelho quadriculado quando seu marido, Pedro Collor convocou uma coletiva de imprensa para comprovar sua sanidade mental e sustentar denúncias de corrupção contra seu irmão, o então presidente da República, Fernando Collor. Thereza virou
musa.

Em 2007,a jornalista Mônica Veloso foi a pivô do escândalo que derrubou o senador Renan Calheiros (PMDB-AL) da presidência do Congresso Nacional. A jornalista virou a musa do episódio que ficou conhecido como “Renangate”. Meses depois fez um ensaio para uma revista masculina.

Em fevereiro desse ano, o Ministério Público Federal de Goiás e a Polícia Federal deflagraram a Operação Monte Carlo em que foi realizada a prisão do bicheiro Carlos Cachoeira. Seu envolvimento com agentes públicos e privados originou uma Comissão
Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) para apurar as ilicitudes envolvendo seu nome.

Num movimento cíclico no país, o grande destaque na mídia é a esposa do bicheiro, a empresária Andressa Mendonça. Alguns se quer mencionam seu nome. É conhecida apenas como “a musa da CPI”. Como nos explica o britânico Terry Eagleton, estruturalismo, marxismo e pós-estruturalismo não são mais os assuntos excitantes de antes.

Hoje, há a perda da capacidade de construir as próprias representações da realidade, o que ocasiona uma dependência dos meios de comunicação de massa para a construção do cotidiano. São os meios de comunicação que dizem quem é o mundo e quem é quem. Ao lado da acumulação de capital, a sociedade acumula espetáculos e sobrepõe o “ter” ao “ser”. Dessa forma, o conceito de alienação de Marx passa a ter uma segunda dimensão, não somente de forma material. A alienação passa a ser a perda do controle sobre a própria imagem. Wolfgang Haug, baseado em Marx, decreta que o que impera na sociedade capitalista de hoje é a “tecnocracia da sensualidade”, definida como o “domínio sobre as pessoas exercido em virtude de sua fascinação pelas aparências artificiais tecnicamente produzidas”. Lipovetsky nos ensina: “dessa sociedade doente de desemprego e desorientada diante da ruína dos projetos políticos estruturantes só pode advir o ceticismo, o distanciamento dos cidadãos em relação à coisa pública, a
decadência da militância partidária.”

É nesse contexto que surgem as musas. Numa política desacreditada com um quê de Novela da Globo, com o galã e a mocinha. Danem-se as teorias, o estruturalismo e a economia. Olá, espetáculo! Aguardemos o próximo escândalo e a próxima musa.

*Esse texto foi escrito em junho, quando Denise Rocha era somente um suposto affair de Romário.  O texto original é um artigo de 20 páginas.

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II Seminário Comunicação e Política na Sociedade do Espetáculo

Tema: Campanhas Eleitorais e Processo Político na Sociedade do Espetáculo
Organização: Grupo de Pesquisa Comunicação e Sociedade do Espetáculo
Coordenação: Cláudio Novaes Pinto Coelho

Programação

Sexta-Feira: 19 de outubro-tarde
14 horas – Abertura: Cláudio Coelho
14h15 – O poder espetacular integrado no processo político brasileiro atual- Emerson Ike Coan
14h45 – Discursos midiáticos em campanhas presidenciais na América Latina:
estratégias e mitos políticos no Brasil, Chile e Venezuela – Katia Saisi
15h15 – Debate
15h45- Intervalo
16 horas – A Cobertura da Eleição Presidencial de 2010 pela Revista Veja – Wagner Barge Belmonte
16h30 – A Publicação dos Resultados de Pesquisas Eleitorais e sua Influência na Intenção de Voto para as Eleições Presidenciais de 2010 – Genilda Alves de Souza
17h – Debate
17h30 – Encerramento

Sexta-Feira – 19 de outubro- noite
19 horas – Abertura: Cláudio Coelho
19h15 – Eleições de 2010 e Mídias Sociais: Newton Duarte Molon
19h45 – O caso Índio da Costa: vida e morte na Sociedade do Espetáculo – Deysi Cioccari
20h15 – Debate
20h45 – Intervalo
21 horas – Quarenta anos entre o bolo e a fome: discurso político, desenvolvimento e desigualdade no Brasil – Vanderlei de Castro Ezequiel
21h30 – Neocoronelismo e Neoclientelismo na política brasileira contemporânea – Gilberto da Silva
22 horas – Debate
22h30 – Encerramento

Sábado – 20 de outubro – manhã
9 horas – Abertura – Cláudio Coelho
9h15 – O Rádio e sua influência nas eleições municipais de 2012 na cidade de São Paulo – Cláudio Arantes
9h45 – A Comunicação política nas Redes Sociais em um Contexto Histórico e Social –
Synésio Cônsolo Filho
10h15 – Debate
10h45 – Intervalo
11 horas – Eleições Municipais 2012: As políticas culturais paulistanas – Adriana Sá Moreira
11h30 – São Paulo, cidade criativa – eleições 2012 – Ethel Shiarishi Pereira
12 horas- Conflito no trânsito: o problema da mobilidade resultante da organização social brasileira e sua exposição pela mídia – Mara Rovida
12h30 – Debate
13h00 – Encerramento

Sábado – 20 de outubro – tarde
14 horas – O lulismo: mito e política – Jaime Carlos Patias
14h30 – Produtos Políticos nas Prateleiras – Gabriel Leão
15 horas – Debate
15h30 – Os movimentos anticapitalistas: para além da sociedade do espetáculo? – Carol Goos
16 horas – A Educação estará Presente? – Fábio Cardoso Marques
16h30 – Debate
17 horas – Encerramento

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Morre a viúva de Henri Cartier- Bresson

Minha dissertação é sobre fotografia e política. Sou apaixonada por fotografia e tenho como orientadora a THE BEST Professora Doutora Simonetta Persichetti. E, gosto demais das fotos do Henri Cartier- Bresson, o ‘pai’ do fotojornalismo. Com a sua Leica, Bresson foi o primeiro fotógrafo da Europa Ocidental a fotografar, de modo livre, a vida na União Soviética. No seu ‘currículo’ constam também os derradeiros dias de Gandhi e os eunucos imperiais chineses.

Foto: Ricardo Duarta/ Agência RBS

Pois, a viúva dele, Martine Franck, morreu em 17 de agosto último.Martine começou a fotografar em 1963 e, ao longo de sua trajetória, passou por veículos como New York Times, Vogue e Life e foi fotógrafa oficial da companhia Théâtre du Soleil e de entidades humanitárias. Ela ajudou a fundar a agência de fotos Viva, em 1972, e só entrou para a Magnum (cofundada por Cartier-Bresson) em 1983. Uma de suas especialidades eram os retratos de artistas, incluindo o espanhol Miquel Barceló, o bielo-russo Marc Chagall e o colombiano Fernando Botero, entre outros.

Falando em fotografia, ainda estou com muitas dúvidas. Ainda quero entender muito, muito mais. Toda a aula que tenho na Cásper saio cheia de ideias. Eu deveria escrever, ao menos, três dissertações.

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O animal político

Ontem, pesquisando em livros para um seminário (que em breve darei detalhes) que vou participar com o grupo de pesquisa Comunicação e Sociedade do Espetáculo*, em outubro, achei muita coisa interessante. Um deles é o trabalho do Gabriel Augusto Costa Santos Nascimento, sobre o animal midiático. Também comecei a ler O mínimo eu, de Christopher Lasch. O que pretendo entender é como o homem político se comporta em tempos de exposição excessiva de imagem e como ele age nessa sociedade narcisista, que como nos diz Lasch, é fruto de insegurança e esvaziamento de valores e sentidos.

Roger-Gerard Schwartzenberg afirma que o mundo do espetáculo e da política se entrosam cada vez mais. Nesse mundo do espetáculo, Sergio Buarque de Hollanda informa que a nossa política traz a marca da matriz lusitana de valorizar o político em detrimento do partido. O personalismo brasileiro foi construído aos moldes portugueses.

Nascimento fala que a a globalização levou o crescimento das campanhas publicitárias de marcas para diversos pontos do mundo além dos países desenvolvidos tendo como principal agente os Estados Unidos da América. Esse fenômeno midiático, com apoio nas técnicas desenvolvidas por Goebbels, chegou aos políticos contemporâneos.Um exemplo claro desse animal político midiatizado é o próprio Arnold Schwarzenegger. Schwarzenegger nasceu e vive nessa sociedade espetacularizada e a utilizou em seu detrimento nas campanhas.

O contexto faz com que o eleitorado se identifique com seu candidato. (HAUG, 1996)

É de Nascimento a exemplificação do que acontece com o “animal político midiático” no Brasil. Na sociedade do espetáculo, o capitalismo aliado ao imagético derrotou as ideologias, e governos considerados bem sucedidos figuram nas regiões centrais do espectro político, o que pode denotar as diversas semelhanças entre PT e PSDB, que são partidos de centro-esquerda em sua formação.

As campanhas publicitárias de Lula mostram um Brasil desigual o apontando como praticamente um dos pais fundadores da nação brasileira. A campanha serrista de 2010 o mostrou como candidato do rompimento, mas com propostas semelhantes ao lulismo e negando a herança do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, um dos principais intelectuais de centro que em meio ao tempo de crises fundou a base da atual política econômica do país, promoveu avanços para eliminar a inflação e trouxe a questão de cotas raciais para a deliberação. Serra fugiu de aliar sua imagem à de FHC por conta de privatizações de estatais estratégicas à União, entretanto há aquelas que são apontadas como mal sucedidas. A tática mal  empreendida do tucano ajudou na vitória eleitoral da presidente e pupila de Lula, Dilma Rousseff (PT), mesmo sem ela ter experiência em pleitos eleitorais. Foi mais um demérito de Serra e uma conquista de Lula em formar uma sucessora do que um mérito da ex-ministra da Casa Civil que em seu discurso parecia uma reprise de Lula.

Mas vale lembrar Guy Debord, mais uma vez. “O espetáculo não deseja chegar a nada que não seja ele mesmo.” (1997: p.17)Mas isso é assunto para outro texto…

*O grupo Comunicação e Sociedade do Espetáculo é coordenado pelo prof. Dr Cláudio Coelho.

BAUDRILLARD, Jean. O Sistema dos Objetos. São Paulo, Editora Perspectiva, 1989.
BAUMAN, Zygmunt. Vida Líquida. Rio de Janeiro, Jorge Zahar, 2007.
DEBORD, Guy. A Sociedade do Espetáculo. Rio de Janeiro, Contraponto, 1997
LASCH, Christopher. O Mínimo Eu. São Paulo Editora Brasiliense, 1986.
NASCIMENTO,Gabriel Augusto Costa Santos. O animal político midiático (artigo)

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Lipovetsky na USP

Não conseguirei atualizar tudo hoje. Anyway: a palestra foi excelente. Tirando as mais de 300 pessoas que ficaram do lado de fora, Lipovetsky é sempre um show. O filósofo reiterou que vivemos um presente exarcebado e ainda com as preocupações do futuro. Disse que a modernidade não está morta, como acreditam muitos teóricos, mas sim, potencializada, o que configura a hipermodernidade de que ele tanto fala. Somos a sociedade do extremo e nossa vida cotidiana virou produto de uma modernização desenfreada.

Para ele, a revolução moderna é tão radical que criou um movimento contra essa modernização radical. Na sociedade hipermoderna ou você é competitivo ou desaparece. E, relembra: na sociedade moderna o homem ainda era a parte central de tudo; na hipermoderna, a economia e o consumo ditam as regras. É necessário “inovar sem parar”. Lipovetsky falou também numa sociedade “hiperbólica”, a sociedade do mercado triunfante, caracterizada por três eixos fundamentais: mercado; eficácia tecno-científica e democracia liberal individual. O mercado está em toda parte, sentenciou.

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Lipovetsky em SP

Estamos vivendo a era hipermoderna do luxo”, diz Gilles Lipovetsky em conferência em São Paulo.

Segue um trecho:

‘O filósofo declara que estamos passando por uma nova era do luxo, a “hipermoderna”. “Estamos vivendo a radicalizaçãp do que foi criado no luxo moderno, época anterior a esta”, diz Lipovetsky. A primeira de suas conclusões (ao todo são seis) é a “Pluralidade”, que defende a ideia de não ter apenas um item poderoso, e sim muitos deles. “Antes ser luxuoso tratava-se de consumir produtos altamente caros. Hoje você pode ir até uma loja de fast fashion e encontrar linhas assinadadas por grandes estilistas. Chamo esta segunda parte de ‘luxo incorporado’”, afirma.’

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Ainda sobre A Cidade do Pensamento Único

Ainda sobre o livro Cidade do Pensamento Único, gostaria de detalhar um pouco mais. No texto, Vainer deixa claro que o urbanismo moderno “tecnocrático-centralizado-autoritário” vai sendo tomado por um novo padrão de planejamento inspirado em conceitos e técnicas empresariais. Um exemplo de sucesso sempre citado a longo do livro é a cidade de Barcelona. Os autores deixam claro que, para que haja uma reação, é necessário que se entenda que há uma crise e que essa crise gere um sentimento de patriotismo conjunto.


A cidade, sob a luz da ideologia de mercado, passa a ser tratada e percebida como: cidade-mercadoria; cidade-empresa e cidade-pátria.Na cidade mercadoria a cidade é pensada como um objeto de luxo que deve atrair novos investidores. Vainer cita alguns trechos do Planejamento Estratégico para o Rio de Janeiro: “A preocupação com a imagem atinge seu paroxismo entre os estrategistas carioca-catalões quando o diagnóstico aponta como um dos problemas a “forte visibilidade da população de rua”: a miséria estrategicamente redefinida como problema paisagístico (ou ambiental)”.
A cidade vista como empresa.
O novo conceito de planejamento impõe que a gestão das cidades seja necessariamente subordinada aos interesses do mercado. E nenhum outro setor entende melhor disto que o empresarial:
O setor privado deve liderar as estratégias econômicas locais, uma agencia facilitadora deve prover informação e criar diálogos entre os investidores privados, as instituições de educação e treinamento, os serviços provedores e o próprio governo.
Desfaz-se assim a separação rígida entre os setores público e privado.

 

A cidade vista como pátria.
Será preciso então que o “cidadão-funcionário” tenha a percepção (mesmo que forjada) do desafio imposto à sua “cidade-empresa” no novo contexto da economia globalizada. O que Borja chama de “uma consciência aguda de crise urbana”. E Vainer continua:

Mas o sentimento de crise, é sabido, pode ser passageiro. Como construir sobre base tão frágil uma unidade e um consenso que necessitam perdurar, incólumes, sem brechas? A resposta está na transformação do fugaz sentimento de crise num consistente e durável patriotismo de cidade.

 

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As cidades como empresas- um novo modelo de pensamento

Para a reunião do grupo Política e Sociedade do Espetáculo, do professor Claudio Coelho, lemos o livro A cidade do pensamento único – desmanchando consensos, de Otília Arantes, Carlos Vainer e Ermínia Maricato. O capítulo que mais chamou a atenção foi “Pátria, empresa e mercadoria – notas sobre a estratégia discursiva do planejamento estratégico urbano”. Tentarei não ser extensa e chata demais.
Entre os modelos de planejamento urbano que competem para assumir o trono deixado pelo projeto modernista está o chamado planejamento estratégico. As cidades são submetidas às mesmas condições e desafios das empresas. Antes, o que víamos era o crescimento desordenado das cidades. Vide Brasília e seu entorno. A cidade foi projetada até um certo ponto, depois disso, a desordenação tomou conta. No atual projeto, a cidade é vista com competitividade urbana.

 

São Paulo

 
Enquanto a visão moderna de planejamento urbano possuía como alicerce o taylorismo e sua lógica tecnicista, funcionalista e racional, com princípios de organização e produção, os novos “gestores da cidade”, se apóiam em doutrinas como o toyotismo criando uma maior alienação em relação ao espaço. A lógica de gestão de negócios é a que impera. Nessa nova lógica, há o mercado como horizonte que obriga a cidade a agir empresarialmente e estrategicamente.
A constituição e legitimação da nova cidadania conferida aos segmentos estratégicos caminha pari passu com a destituição dos grupos com “escassa relevância estratégica”. A cidade-empresa está obrigada a ser realista, conformar-se às tendências do mercado e não pode dar•se ao luxo de produzir planos utópicos. A cidade-empresa atua no mercado de cidades edeve ser competitiva, ágil, flexível. Os controles políticos sãoestranhos a um espaço social onde o que conta é a produtividade e a competitividade” e onde o que vale são os resultados.

 
Nessa nova concepção de cidade, a polis (lugar de confrontos de idéias, berço do cidadão, onde ocorre a real interação humana com o espaço) perde terreno para a city (sede de grandes investimentos, lar dos citadinos, dóceis autômatos que sob a liderança de figuras carismáticas exercem suas funções pelo bem da city).

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6th Advanced Seminar on Peirce's Philosophy and Semiotics

6th Advanced Seminar on Peirce’s Philosophy and Semiotics e 15a. Jornada do Centro Internacional de Estudos Peircianos
Tema: Tempo na Filosofia e Semiótica de C. S. Peirce

Período: 21 a 22 de agosto de 2012

Horário: 8h30 – 18h30

Local: Auditório Superior do TUCA – Rua Monte Alegre, 1024 – Perdizes, São Paulo, SP

Inscrição: A inscrição deverá ser feita com antecedência por meio do formulário eletronico e os participantes deverão assinar a lista de presença nos dias do evento.
Os Cadernos da Jornada com todos os textos apresentados pelos palestrantes internacionais e nacionais poderão ser adquiridos no local antes do início do evento.

Programação:

6th Advanced Seminar On Peirce’s Philosophy and Semiotics Time in Peirce’s Philosophy and Semiotics

21 de agosto de 2012
8h30 – 9h00 Abertura e apresentação do tema: Lucia Santaella (COS⁄TIDD – PUC-SP, Brasil)
9h00 – 9h45 Palestra de Vincent Colapietro (Professor of Philosophy at The Pennsylvania State University, USA)
9h45 – 10h15 Comentador do texto: Dr. Ivo Assad Ibri (COS – PUC-SP, Brasil)
10h15 -10h30 Discussão com o público
10h30 – 10h45 Intervalo
10h45 – 11h30 Palestra de André de Tienne (Director, Peirce Edition Project; Professor of Philosophy, IUPUI, Indianapolis, USA)
11h30 – 12h00 Comentador do texto: Dr. Cassiano Terra Rodrigues (PUC-SP, Brasil)
12h00 – 12h15 Discussões com o público (os textos dos palestrantes e dos comentadores serão fornecidos aos participantes com antecedência, de modo que suas questões possam ser preparadas em profundidade).

22 de agosto de 2012
9h00 – 9h45 Palestra de Humberto Chavez-Mayol (Diretor Cultural do Centro Nacional das Artes do México)
9h45 – 10h15 Comentador do texto: Dr. Winfried Nöth (Universit??t Kassel, Alemanha; TIDD – PUC-SP, Brasil)
10h15 -10h30 Discussão com o público
10h30 – 10h45 Intervalo
10h45 – 11h30 Palestra de Fernando Andacht (Full Professor, Department of Communication, University of Ottawa, Canada)
11h30 – 12h00 Comentador do texto: Dr. Vinicius Romanini (ECA – USP, Brasil)
12h00 – 12h15 Discussões com o público (os textos dos palestrantes e dos comentadores serão fornecidos aos participantes com antecedência, de modo que suas questões possam ser preparadas em profundidade).

15a. Jornada do Centro Internacional de Estudos Peirceanos
21 de agosto de 2012
14h00 – 14h30 Abertura
14h30 – 14h50 Darcilia Marindir Pinto Simões, Maria Suzett Biembengut Santade
Inferências e semiose: o texto e o contexto em “Retirada”, de Elomar
14h50 – 15h10 Sidney Gomes Campanhole
Simetrias e assimetrias do tempo presentes na narrativa oracular
15h10 – 15h30 Norma Leonor Hall Freire
A Língua dos Objetos com Nome Próprio: colaboração para os estudos da semiose da determinação
15h30 – 16h00 Discussão
16h00 – 16h20 Intervalo
16h20 – 16h40 Adelino Gala
Ciborgue e a contração do tempo na lógica
16h40 – 17h00 Alessandro Mancio de Camargo
Variável temporal na sociedade estruturada em rede: todos os presentes conjugados nos aplicativos da nova mídia
17h00 – 17h20 Natália Moura P. Cortez
Semiose, mediações e modelos conceituais para o design de interação: mobilidade e streaming de músicas na Internet
17h20 – 17h40 Fábio Caim, Adélio Gonçalves Brito, Aryovaldo Azevedo Junior
As temporalidades midiáticas: uma relação entre as mídias e o tempo
17h40 – 18h10 Discussão
22 de agosto de 2012
14h00 – 14h20 Maria do Carmo Cardoso Sampaio
Como as Estrelas no Céu
14h20 – 14h40 Heloísa Pintarelli, Rogério Gomes
A ilustração no livro infantil e a influência do estilo na construção do significado
14h40 – 15h00 Maria Celeste de Almeida Wanner, Valter Ornellas
A multiplicidade de tempos em Peirce: instâncias de uma prática em artes visuais
15h00 -15h30 Discussão
15h30 – 15h50 Intervalo
15h50 – 16h10 Ronaldo Auad Moreira
Três poéticas do tempo
16h10 – 16h30 Isabel Jungk
Fundamentos categoriais do tempo lógico lacaniano
16h30 – 16h50 Hélio Rebello Cardoso Jr
Signos relativos à terceiridade: lei, pensamento e tempo
16h50 – 17h20
Mais informações em:  Estudos Peirceanos

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